
«A questão das imagens santas em lugares de culto tem sido objeto de muita controvérsia ao longo dos séculos. Uns eram pelas imagens, outros queriam suprimi-las. A questão não está em ter imagens santas ou não as ter, a questão está em saber como as considerar.
Os Iniciados têm, relativamente a isto, uma atitude muito sábia: eles não necessitam de lugares de culto, de igrejas ou de templos; não têm necessidade de estátuas ou de ícones, mas, quando entram num santuário, seja ele qual for, inclinam-se perante as imagens porque sabem que, por detrás dessas práticas, se esconde toda uma ciência, toda uma pedagogia.
Uma imagem, uma estátua, não é um fim em si, mas apenas um instrumento, um suporte para o pensamento, para a oração.
E esta lei é válida não só para as imagens santas, mas também para tudo o que existe, seres e objectos. Através deles, nós podemos sempre entrar em contacto com realidades mais distantes, mais elevadas.»
Omraam Mikhaël Aïvanhov
Verdade amiga Vini.
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